Proposta Combate à Velutina

Embora aqui ainda não tenham chegado as Asiáticas, gostava de partilhar uma idéia que me tem assaltado o espírito e que talvez seja útil no combate às Velutinas.

Tudo começou depois de ver um vídeo,

Assim, fiquei a pensar que o método usado poderia ser ligeiramente alterado e talvez a eficiência suba, usando coisas que temos “à mão de semear”.

Então no que pensei?!

1º Encontrar 1 ninho de velutinas em funcionamento e introduzir pela abertura de entrada um pedaço equivalente a 10% de uma pastilha de gastoxin ou fostoxin. Voltar ao local no dia seguinte e comprovar se o gás aniquilou o vespeiro.

2º Caso o primeiro ponto tenha sido bem sucedido, ir ao apiário sob ataque de outro ninho, capturar com camaroeiro uma dezena de vespas. Depois ao entardecer, segurar cada uma com uma pinça, colocar um pouco de vebicola (cola pára ratos) no dorso, e um pedaço de pastilha gastoxin de dimensão pequena (10% da pastilha) que permita o voo da vespa. Até à desintegração do pedaço tardarão minutos. Todas as vespas que cheguem ao ninho devem entrar para passar a noite.

Assim o gás deve libertar-se e matar todas as vespas adultas e todas as larvas que se encontrem no ninho.

Peço assim, a alguém que tenha vespas na sua zona, se testa esta hipótese neste verão e me passa os resultados para que eu possa divulgar aqui no blog.

Talvez resulte!!

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Sobre abelhasdoagreste

Jovem, apicultor apaixonado e que comercializa inovação apícola.
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28 respostas a Proposta Combate à Velutina

  1. Rogério Oliveira diz:

    Bom dia Afonso
    É uma boa ideia, apenas um pouco trabalhosa.
    Será que não é possível arranjar um misto da tua ideia com o meu Cavalo de Troia?
    A minha é MAXFORCE LN com a mistura cerveja, vinho Branco , groselha para as atrair.

    Um abraço

  2. Boa tarde,

    Ainda bem que não há velutinas na sua região., mas é uma questão de tempo, infelizmente.
    Na minha região, Barcelos, este ano foram destruídos dezenas de ninhos.
    Quanto à forma de ataque várias soluções foram equacionadas no ano anterior. Cheguei a prender, colar, inseticida à vespa, mas o que acontecia era o seguinte, voava alguns metros, pousava e tentava retirar tudo o que estava preso/colado a corpo, só depois seguia para o ninho.
    Quanto a colocar inseticida nos ninhos colocam-se vários problemas: localização dos ninhos, a maioria das vezes no meio da mata e em eucaliptos a mais de 40 metros de altura. Na freguesia onde tenho o meu mini apiário há uma equipa formada por alguns apicultores que destroem os ninhos. Quando os ninhos estão até uns 20 metros de altura colocam uma cana modular e queimam os ninhos. Quando estão a alturas maiores o método é cortar as árvores, com autorização do proprietários e queima-se o ninho no chão. Aqui sempre acompanhados por um piquet dos bombeiros por causa dos incêndios.
    Difícil é em pleno verão detetar os ninhos no meio das matas, mais difícil é destrui-los, falta de meios materiais e humanos, esta solução tem que ser praticada durante a noite, em pleno verão depois das 22 e até às 6 da manhã seguinte. Alguns habilidosos disparam contra o ninho, fazem-no cair, mas no processo muitas fogem e entre elas algumas fundadoras, o problema é que em vez de um ficamos com vários ninhos.
    Este assunto é muito importante, a varroa é perigosa mas pode-se controlar, a velutina é assassina, um enxame forte deixa de sair para procurar alimento e em poucas semanas é literalmente comido pelas vespas. De tudo o que li há dois anos aquando do primeiro ataque de velutinas, pouco é como se diz, fazem os ninhos nos locais mais estranhos, alguns a poucas dezenas de metros uns dos outros, descobriu-se um num pinheiro mesmo em cima das colmeias. No primeiro ano em pleno verão, finais de julho, início de agosto fiquei assustado pois num dia mataram-se 15 vespas, no nano passado a média ultrapassava as 90 por dia, tirando as que fugiam e morriam nas armadilhas, açúcar, vinho branco e cerveja.

    Abraço,
    Jorge Casanova

  3. Jorge e Rogério. A idéia passa por usar a vebicola para que elas não se consigam limpar. Esse atrativo parece bom, para as capturar com o camaroeiro. Neste caso o meu intuito é que se consiga aniquilar o ninho sem ter de o localizar. A idéia de as soltar ao fim de tarde é para que só tenham tempo de regressar, sem que voltem ao campo. O gás durante a noite mataria tudo dentro do ninho, e mesmo que as outras as tentassem retirar, ao aproximarem-se da pastilha morreriam imediatamente.

    • Olá,

      Contaram-me os mais antigos que quando eram mais novos faziam umas brincadeiras com os abelhões. Prendiam um fio e lá ia o pobre do abelhão com a carga pendurada. Pois bem, logo que ouvi, semelhante relato, tratei de experimentar a ideia. Só visto, ver a velutina cortar o fio, soltar-se e ir embora, tenho pena de não ter feito vídeo. Tenho um amigo que tem uma empresa de desratização e tinha vários produtos colas para ratos, veneno para formigas que facilmente colocamos debaixo do abdomém…mas nada resultava, o bicho parece que sabe que leva alguma coisa e liberta-se dela e com peso voa com dificuldade, apesar de ser muito resistente ao choque, leia-se “raquetada”. Quanto a apanhar as velutinas, quando tiver a infelicidade de ver o seu apiário ser atacado vai ver que não precisa de chamariz, apanham-se com facilidade em frente à colmeia. O meu amigo Manuel no verão em 20 minutos, que dispunha à hora de almoço, em média matava cerca de 50 velutinas com uma raquete no apiário dele, também com uma dezena de colmeias, chegamos a apanhar várias para fazer as experiências relatadas utilizando um camaroeiro.
      Queimar os ninhos é difícil, chegamos a pensar utilizar uma espécie de espingarda de dardos, tipo as que se usam para anestesiar animais selvagens, e dispara um inseticida que há em comprimido, sólido…pois facilitaria, não se corria o risco de provocar incêndios, os meios humanos eram menores, mas nunca tivemos forma de arranjar uma coisa dessas para experimentar….implica localizar o ninho, mas na minha região isso infelizmente já é fácil.
      Mas Afonso a sua ideia de se discutir este assunto é muito válida, eu sugeria criar uma entrada no seu blogue para este assunto para que estivesse sempre na ordem do dia e quem quiser poderia relatar experiências e tentar uma solução. Com certeza que já assistiu a vídeos no youtube onde se vê como elas atacam….fica-se triste e incomodado, quando as vemos no nosso apiário a atacar as nossas abelhas até dói a alma…não imagina o que senti no verão de 2013 quando as vi pela primeira vez.

      Abraço,

      Casanova

  4. vão morrer todas! diz:

    Posso sugerir um insecticida não repelente- fipronil. Insecticidas repelentes como as permetrinas ou fumigantes sao ineficazes quer pela sua rápida acção quer por rejeição de entrada no ninho. Frontline Combo que é fipronil + igr é nao repelente e de açao lenta mas eficaz e é o q planeio usar este verão! Supercola no dorso e uma bolinha de algodao com frontline e vamos ver.

    • Rogério Oliveira diz:

      O fipronil era excelente se houve-se em grão era só misturar na papa.
      Por isso é que sugiro o MAXFORCE LN.

  5. eusebio diz:

    ora boas amigos essa praga aqui na minha zona s João da madeira está forte e feio no ano passado limpei quatro ninhos um deles dentro de uma caixa de estores de um apartamento que estava descopado fui chamado pelo dono a caixa do estores estava cheia duma ponta á outra tirei três latas de 20 litros cheias e matei mais de 500 de noite desmontei a tabua de aceso ao estore e lá estava o ninho feito de volta do estore pois elas até cortarão a fita do estore com o expirador toca a bota-las lá para dentro noutro ninho dentro de uma oliveira centenária não consegui chegar nem dava para ligar o aspirador então peguei num tubo de cola dos ratos metia nus pau e cruzei-os no buraco elas ao entrar e sair ficavam lá coladas vi um programa na sic lã na china pegavam numa e penduravam uma pena e seguiam na até ao ninho eu já experimentei apanhei uma com um galricho com ela dentro da rede de lhe pegar pelas asas que são duras o meu colega fez um laço com uma Cide ela e penduramos uma pena pensando eu que ela ia para o ninho mas não pousou num ramo por cima de nos e começou a fazer uns estalar passado uns segundos já estavam duas de volta dela e cortaram a pena esto é só visto contado ninguém acredita não sei se já repararam quando elas levam uma abelha possam e cortam a cabeça a abelha e levam o resto eu tenho no apiário umas armadilhas com umas garrafas com o isco que já foi qui falado e elas tem lá ficado e a raquete a trabalhar também faz jeito

  6. Paulo diz:

    Ora viva,
    Parabéns pela iniciativa.
    Ouvi falar no uso de Front Line para colocar no abdómen da asiática.
    Um abraço,
    Paulo.

  7. paulo monteiro diz:

    muito boa noite

    pois essa ideia de personalizar o ataque o ninho a funcionar era uma excelente ideia pois não havia morte de outros insetos como é o caso de algumas armadilhas, hoje numa casa de venda produtos agrícolas vi um produto em gel utilizado para matar formigas talvez funcione impregnar o corpo da velutina com o gel e deixa-la retornar ao ninho

    paulo monteiro

  8. Hugo Caldeira diz:

    Sou um assiduo leitor do seu blog. Não tem muito a ver com tema velutina mas ouvi alguns apicultores dizerem que usam gastoxin em pastilhas para conservarem as ceras apos a cresta para proteger da traça. Como faz para proteger as ceras da traça apos a cresta? Quando é que as retira do campo? Volta a colocar os quadros nas colmeias após a cresta?
    Obrigado pela atenção.
    Se possivel responda para o meu mail.

    • Uso geralmente o gastoxin,
      Mas se colocar num local frio, com bastante espaçamento entre quadros e sobretudo quadros livres de pólen, consegue conservar a cera naturalmente.
      Eu coloco no Armazém Norte, pilhas de 10 alças e uma pastilha sobre cartão na última. Fecho em baixo e em cima com uma prancheta com óculo colocado.

      Espero ter ajudado

      • Hugo Caldeira diz:

        Muito bem. O meu receio era ficarem resíduos nas ceras. Com o seu método das pranchetas já se evita a compra das mangas de plástico. Obrigado

  9. Eduardo Gomes diz:

    O Gastoxin pode não ser um produto tão inocente assim. É feito a partir de uma família química conhecida como fosfina. Acerca da utilização de fosfina nas ceras: “Para o armazenamento dos favos de cera durante a entressafra é necessária a utilização de técnicas de conservação dos favos para evitar o aparecimento da traça. Os prejuízos causados pela traça da cera têm incentivado pesquisadores a buscarem métodos alternativos de controle. Inicialmente, métodos químicos foram desenvolvidos utilizando-se os produtos paradiclorobenzeno, ácido cianídrico, brometo de metila, sulfureto de carbono, anidrido sulfuroso e fosfina. Embora esses compostos fossem utilizados para o controle desse piralídeo, seu emprego apresentava inúmeros problemas, podendo-se destacar as intoxicações às abelhas nas diversas fases do seu desenvolvimento e também a contaminação do mel, cera, própolis, pólen e geléia real (Bollhalder, 1999).” in http://www.apacame.org.br/mensagemdoce/89/artigo2.htm

    O segundo método referido pelo Afonso é o que eu utilizo com excelentes resultados. Derreto a cera velha e/ou com pólen e coloco centenas de alças meleiras com ceras novas e “limpas” empilhadas de forma desencontrada para lhes entrar a luz e o frio. Desde há 4 anos que assim faço sem qualquer inconveniente. Uma alternativa é a utilização de uma opção “biológica”: o bacilo thuringiensis. Cheguei a comprar mas acabei por nunca utilizar por não ter necessidade.

    • Hugo Caldeira diz:

      Isto da conservação das ceras preocupa-me, pois ceras boas são “meio caminho andado” para uma boa colheita de mel.

      Estava a pensar retirar as alças aquando do tratamento para a varoa, vou usar APILIFE VAR, como não pode ser usado acima de 25º C, se calhar nos finais de setembro já dá para fazer isto uma vez que por cá na beira já faz frio e assim a traça já não se desenvolve. ( Nas instruçoes do apilife var diz que não pode ser usado com alças colocadas).

      Posteriormente vou empilhar as alças desencontradas para entar luz e ar e vamos ver no que dá, não usando tratamentos…

      Sem usar produtos quimicos deixam uma prancheta no cimo e outra no fim? Ou a pilha de alças fica destapada?

      Obrigado pelas dicas.

  10. Bernardino da Silva Gomez diz:

    olá Eduardo, e amigos.
    Em relação as ceras, a muito que por onde falar. depende muito das zonas.
    Ai na beira quando tiras o mel, se não me engano, Agosto ou Setembro, já vais para uma época, que não tarda, o começo dos dias frios.
    Enquanto que aqui no litoral, o mel é tirado entre Maio e Junho, o que representa que as alças bom passar. todo o verão em casa, com temperaturas elevadas. por isso temos que colocar as alças em sítios frescos para que as ceras não derretam. O que por principio, não pode ser em sítios em que haja muito luminosidade ou corrente de ar.
    Eu já experimentei de muitas formas. ex. colocava as alças novamente nas colmeias para elas as limparem, cheguei a mete-las a sombra dos castanheiros para as abelhas as limpar, e outros métodos. Tive sempre problemas, quando as armazenava.
    O que faço agora , depois de tirar os quadro do centrifugador, empilho as alças directamente, em lotes de 15 ou 20, e coloco filme em toda a volta das alças. de maneira que não entre nada.
    coloco pastilhas para o tratamento do milho em cima e em baixo, não dentro das pilhas, de vez em quando, acendo uma tocha de enxofre.
    Foi o melhor método que encontrei, nunca mais tive que tornar a queimar ceras por motivo da traça. o que não parece, mas dá trabalho e despesa.
    Um bem haja a todos.

  11. Já agora, gostava de ouvir opiniões sobre o uso de Cerapol para a preservação de ceras. Já li algures, há bastante tempo, que pode ser usado dentro das colmeias e tudo, bem, nunca usei, nem nunca vi perto ninguém a usar. Alguém sabe alguma coisa sobre o assunto. Agradeço.

  12. Boa pergunta Cristóvão…mas não sei nada sobre o tema!

  13. Tomas Oliveira diz:

    OLÁ AMIGOS quero falar da abelha ASIÁTICA grande praga:Pois tenho cerca de cinquenta colmeias, Em vila Nova de Gaia e já luto com esta praga há vários anos, tendo-se este ano agudizado bastante, com o numero das invasoras a dizimar as nossas abelhas,a minha reação em primeiro foi defender as minhas colmeias com uma raquete matando grande numero. Mas logo percebi que estava a perder a batalha,Comecei a em-ventar e experimentar vários métodos.Aqui vou deixar o método que estou a usar,Apanho-as as velutinas com um camaroeiro e aplicu-les no peito uma solução que é 50%e 45% de um veneno iso deltaforcee 5% de agua , mexo muito bem,e com uma seringa sem agulha deito uma gota no peito,e em seguida liberto o enceto na esperança que ela vá partilhar o mel com as amigas do seu ninho.O resultado, não é o desejado mas houve uma redução muito grande, nos meu colmeal,.Aquém tenha outros metodos que possa ajudar agradeço pois este é muito trabalhoso.
    OBRIGADOS PELAS DICAS COMPRIMENTOS

    • Ola Tomas,
      Esse metodo de envenenamento seletivo tem quanto a mim pros e contras que devem ser tidos em conta,
      sendo o maior contra os danos colaterais a aves e outros animais que se possam alimentar dessa vespa e o veneno que depois fica na Natureza.
      Assim ha que antes de usar, ver bem a toxicidade do veneno para aves e peixes, a sua persistencia no meio, ou seja, o seu tempo de degradacao e nunca usar mel na mistura, pois se as abelhas apanham algo…levam para a colmeia, tendo nos ja casos de apiarios envenenados.

      Obrigado pela partilha!!

  14. Eduardo Gomes diz:

    Boa tarde Tomás e Afonso
    Em Espanha, Girona, estão a efectuar um estudo piloto com os cavalos de tróia e o produto utilizado foi DIACIGEN® 2,5DP (ver http://www.bioplagen.com/p_DIACIGEN-2-5-DP_19.html).

    O método de utilizar mel como veículo do insecticida pode ser perigoso pelas razões que o Afonso apresenta. Afonso tens mais informações acerca dos apiários envenenados?

    Acerca dos pássaros poderem sofrer danos colateriais, os franceses têm o mesmo receio. Na verdade ainda não vi dados objectivos acerca deste pretenso fenómeno. Só vi pré-conceitos! Será que os limiares de resistência dos pássaros ao insecticida não serão superiores aos das velutinas? Será que o metabolismo dos pássaros não lhes permitirá eliminar o insecticida? Será que os pássaros não irão pressentir que as larvas estão intoxicadas e não as comerão? Será que os ninhos das velutinas não ficarão apenas debilitados, mas não totalmente mortos, impedindo os pássaros de comer as suas larvas intoxicadas? E que pássaros são esses? Os abelharucos, suponho. Entre os abelharucos e as abelhas quais salvar? Já não há soluções boas! Há apenas soluções menos más! Sem ecologismos radicais, a opção que tiver que ser feita, parece-me clara.

    Um conjunto de questões que ainda não vi respondidas por nenhum estudo credível. No entanto o que é certo é que as estratégias de combate à velutina, promovidas pelas entidades francesas se têm mostrado até agora muito insuficientes. Estão, finalmente, a começar a ficar mais sensíveis e mais interessados pela estratégias dos cavalos de troia, pois já estão a financiar teses de doutoramento para avaliar melhor a estratégia “cavalo de troia”. Na minha opinião acordaram tarde, tudo com base num preconceito ecológico, que não foi devidamente testado. E muitas e muitas abelhas foram eliminadas pela velutina. Este é até agora o único dado objectivo desta equação com um impacto enorme no ecossistema. E sobre este impacto negativo, julgo que ninguém tem a menor sombra de dúvidas. Não andarão as autoridades francesas a fugir de fantasmas, e a serem literalmente atropelados pela realidade? E as entidades portuguesas não estão a ir pelo mesmo caminho?

  15. Pois e isso Eduardo,
    Quanto a dados concretos sobre envenenamentos de apiarios causados por iscas com mel, escutei qe tinham sido 2 n zona do Porto.
    Nao entendo porque nao se testam biocidas em comida preparada com larvas de zangao…visto ser as larvas o objetivo ultimo da vespa.
    Por ca, mas tb por espanha e Franca continua a gritaria…sem um plano capaz. O nosso tem sido um desastre total, sobretudo devido a recair sobre os municipios, gerando diferentes niveis de interesse e como tal, zonas de forte multiplicacao.

    Quanto aos biocidas, deve prevalecer o principio da precaucao, mas ou muito me engano ou tudo sera proibido e aparecerao os laboratorios cada um com o seu e a custarem verdadeiras obscenidades a serem mais uma vez suportadas via PAN…

    Ha um Espanhol que ja patenteou um equipamento altamente eficaz e que diminui em 4 dias 70% das vespas, sem matar uma unica abelha. Cobre todo o apiario, mas deve ficar talvez em 300eur por apiario construir aquilo.

    As zonas de litoral, centros urbanos com floresta alta e casas abandonadas…serao sempre mais problematicas. Arvores altas, e esconderijos abundantes sem predacao.

    Penso que zonas de abelharucos passarao bem melhor, pois se uma rainha ou zangao e apetitoso…uma velutina e um manjar do ponto de vista deles!Tal como dos andorinhoes, papa figos, etc.

    Mas sem duvida que o combate nunca passara no futuro pela caca de ninhos secundarios(ja tivemos mais do qe tempo para entender que isto nao fnciona). Excepto em meio urbano onde possam ser perigo a populacao. Tem de passar por atrativos as fundadoras na Primavera, Criar uma armadilha para fundadoras onde elas queiram invernar e assim recolhe las antes de despertarem e depois pelo envenenamento seletivo via cavalo de troia eficaz e que cause danos minimos ao meio.

    Continuamos a correr atras do prejuizo…e a ouvir patetices de pessoas que nos ligam ja de Loures e Lisboa, a enviarem fotos de todo o tipo de vespa, pois a comunicacao social que temos e bastante ignorante e com muita falta de qualidade e brio no seu trabalho no que a este tema diz respeito.

    Penso que no Interior e acima de 600m de altitude as vespas nao serao tao grande problema como na zona de Torres Vedras Norte , Leiria, Aveiro, Porto, Braga, Viana do Castelo.

    Zonas que atinjam frequentemente os 40C de temperatura, farao haraquiri periodico as populacoes da vespa.

  16. Acabar com as velutinas diz:

    Boa tarde, não sou apicultor, mas tenho visto constantemente uma vespa asiática a voar pelo meu jardim e jardins vizinhos. Já as identifico bem e não tenho qualquer dúvida de que se trata duma velutina. Não sei se é sempre a mesma ou se são várias mas só aparece uma de cada vez. Apenas uma única vez vi 2 em simultâneo, de resto vejo sempre apenas uma. Isto começou há cerca de 2 semanas. Há montes nas zonas circundantes à minha casa e inclusivamente estão a construir uma casa aqui perto que levou a que cortassem uns eucaliptos e já li algures que isso as atrai. Não é o primeiro ano que as vejo por aqui (Braga) mas é a primeira vez que noto esta presença constante de, aparentemente, um único exemplar. Nesta altura do ano será uma rainha ou poderão ser já obreiras? Estava a pensar colocar essa armadilha do frasco de vidro que me parece simples. Aproveito e deixo também uma questão, ao pesquisar sobre isto na net, fui parar a um site com dicas para um tipo se livrar de vespas. Não era específico da velutina, referiam-se a vespas em geral. Mas, entre as várias dicas, mencionavam comprar um ninho de vespas artificial e colocá-lo na zona onde nos queremos livrar delas porque diziam que elas são muito territoriais e que ao ver um ninho de outras vespas na área, abandonavam o local. Isto é verdade? E funcionará com as asiáticas? Cumprimentos e votos de boa sorte a todos os apicultores na luta contra esta praga.

    • South,
      Quanto a comprar um ninho artificial, não sei se resulta.

      Pode armadilhar com uma garrafa de plástico e isco para capturar essa, no entãnto apenas será algo temporário, pois se estão na zona outras aparecerão.

  17. felismina diz:

    O problema é encontrar os ninhos. Já os vi nos sítios mais esquisitos (Arvores, casas abandonadas, no meio dos matagais, silvas, etc. . Acho mesmo que é impossível conseguir encontrá-los a todos. Depois de encontrar o ninho é relativamente fácil destruí-lo. É tapar a entrada com espuma de poliuretano e elas não conseguem sair. A questão é que nunca podemos encontrar todos os ninhos e por vezes há quem ao destrui-los deixe escapar algumas que formam novos enxames. Gostava mesmo de experimentar os troianos, mas não sei que INSECTICIDA utilizar. Alguém pode ajudar-me?

  18. jose santos diz:

    E preciso fazer força para combatermos esta raça estamos a perder as nossas colmeias

  19. Hugo diz:

    Olá.
    escrevo-vos desde a Maia onde possuo um pequeno apiário.
    desde ha 4 anos as velutinas tễm-me dado prejuizos assinalaveis, mas o que mais me custa é vê-las assassinar as minhas abelhas.
    Tenho-me desdobrado em ideias e tentativas de as afastar mas nada parece resutar. Á exepção da técnica do cavalo de troia que passo a explicar:
    Apanho o maximo de vespas velutinas com um camaroeiro de rede verde que eu acho que elas não vêm tão bem. Tambem visto uma camuflagem porque dá-me a ideia que elas aprendem rápido a evitar humanos com camaroeiros na mão. chego a apanhar 20 por dia em boas condições de saúde e de vôo, e ao fim da tarde, depois de lhes cortar o par de patas traseiro, as pincelar com biokill e polvilhar uns grãozinhos de borato de sódio liberto-as de novo.
    Ja as tenho visto aterrar pra se limparem mas como lhes faltam as patas de trás acabam por levantar vôo cheias de borato, o que vai desidratar e conduzir à morte toda e qualquer amiga que a ajude a limpar-se. Na melhor das hipóteses até chega ao ninho.
    Espero que o meu relato seja util.

    Bem hajam as abelhas e os apicultores.

    • felismina diz:

      Também estou farta das velutinas. Vou seguir o seu método. Tenho usado só o método de as caçar com raquetes de matar moscas. O ano passado tive dias em que matei 200 ou mais

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