6:30 Domingueiras!

São 6:30 da última manhã de Domingo…eis que do céu e em forma de gotas chega a absolvição!

Não é muita, não salvará a campanha…Mas deixa de se prever um MAU para se passar a prever apenas mau. Os cardos, silvas, soagens e orégão podem enfim beber. Voltará por 2as semanas a haver humidade no solo, no ar…que permitirá às abelhas puxar cera. É a absolvição salva sobre a linha de baliza!, e não podendo ganhar o campeonato, pelo menos esta àgua evita a descida de divisão.

Anúncios

Sobre abelhasdoagreste

Jovem, apicultor apaixonado e que comercializa inovação apícola.
Esta entrada foi publicada em Uncategorized. ligação permanente.

3 respostas a 6:30 Domingueiras!

  1. José Marques diz:

    Olá Afonso

    Aproveitando a acalmia lembro duas máximas de conforto :
    “Não há bem que sempre dure nem mal que sempre ature”
    “depois da tormenta vem a bonança”
    A apicultura é uma profissão de alto risco, em que as maiores ameaças vêm das intempéries, dos micróbios e ácaros e dos mercados do mel.
    É preciso ter nervos de aço e compensar com a felicidade que o relacionamento com as abelhas nos dá.
    Para chegar à 3ª idade, 4ª e longevidade é preciso relativizar a espuma dos dias, parar para pensar de tempos a tempos e não deixar a tensão subir e o coração disparar.
    Para reflexão gostava de lembrar um grande apicultor, o Frade Adam (1898 – 1996 ) e o seu livro, na tradução francesa ” Ma Methode d´Apiculture” . Edição Le Courrier du Livre. Ano 1980.
    Não é uma enciclopédia, mas é um bom livro, que transmite a experiência duma vida.Tem outros livros e ensaios que foram guias e inovação para o seu tempo, por exemplo : “A la recherche des meilleures races d´abeilles”.Demonstrou que o rendimento na apicultura não resulta do número de colmeias, mas da qualidade das abelhas e maneio.
    Baseou a exploração na criação, selecção e renovamento das Rainhas.
    Passou parte da vida a viajar para descobrir as melhores raças de abelhas e fazer cruzamentos nos seus apiários. Assim criou a Abelha Buckfast que substituiu a abelha original inglesa e se espalhou pelo mundo como uma das melhores raças.
    Iniciou-se, em 1915 como ajudante do apicultor responsável, precisamente no ano do pico da acariose, em que das 46 colmeias existentes, as de abelhas indígenas morreram todas, tendo apenas restado 16 de abelhas italianas ( ligústca).
    Em 1916, refizeram o número de colónias anterior, em 1917 atingiram as 100 e nos dois anos seguintes puderam distribuir por outros apicultores algumas centenas. Em 1919 ficou responsável pelo apiário do Mosteiro de Buckfast, até à sua morte, em 1996.
    Esta experiência inicial e devastadora foi uma boa lição para a procura, no futuro, de melhores resultados, com menos esforço e menos perda de tempo.
    Nota final: Os livros indicados podem ser adquiridos através da Amazon.
    Saudações

  2. Olá José Marques…obrigado pela partilha!!

  3. Fernando Dias diz:

    Afonso gostei das metáforas… e do texto. Infelizmente não gostei como o ano apícola terminou para mim. Sim! Aqui já terminou e como não faço transumância… é lamber as feridas, cuidar e manter o que está feito e esperar uns longos meses…

    Um abraço!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s