O que fazer?

Diz o IPMA,

O período de abril a novembro foi “o mais seco desde 1931”, com uma precipitação de “cerca de 30% do normal”,

o défice de precipitação se agravou nos últimos meses, “sendo novembro o oitavo mês consecutivo com valores de precipitação inferiores ao normal”.

Quanto ao valor médio da temperatura máxima do ar, neste período, foi “o mais alto desde 1931”, ou seja, nos últimos 86 anos.

Deste momento, no final do mês passado, “3% do território estava em seca moderada, 46% em seca severa e 51% em seca extrema”.

O que fazer no futuro enquanto apicultor?…caso isto continue a ser com esta evolução nos próximos anos, só resta mesmo uma solução para se fazer apicultura…é estar a Norte do Tejo e na faixa de 20km mais próxima ao mar que sofre sempre menos devido ao bufeer que o oceano oferece, com os seus nevoeiros a meio do verão e com as temperaturas de inverno a serem mais amenas…e talvez levando parte das colmeias à colza ou a outra seara. Não vejo muitas opções!!

P.S. – tenho reparado em eucaliptos jovens a morrer por todo o lado aqui na serra…alguém sabe informar que raio de doença estranha é? começam por ficar malhados, com algumas folhas secas…e de repente morre!

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Sobre abelhasdoagreste

Jovem, apicultor apaixonado e que comercializa inovação apícola.
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6 respostas a O que fazer?

  1. Sergio Murra diz:

    Olá. Não será o gorgulho do eucalipto? Gonipterus?

    • Não faço idéi Sérgio! Nem sabia que o eucalipto tinha por cá doenças…sei que ficam todos malhados e alguns secam.

      • Sérgio Murra diz:

        É bem possível que seja. O gorgulho desfolha as árvores,em especial as jovens. E há 30 anos não tinha, agora já tens umas quantas pragas que vieram da Austrália. É com tudo neste mundo globalizado.

  2. Filipe diz:

    Boa. No meu palpite seca. Nas zonas dos vales e baixas onde existe mais humidade não se encontram secos. Nas soalheira voltadas a sul à vários anos que assisto a eucalipto a secar, quando não secam quase não tem floração e num período de 10 anos não chegam a ter medida para abate.
    Cpa

  3. Eduardo diz:

    Boas pessoal! Hoje em dia é so pragas, na minha zona alguma doença atacou os carvalhos, ficaram com a folha seca…
    Mas pior é vespa do castanheiro em 2 anos esta tudo infestado com essa praga e ñ sei se algum dia a vão controlar.

  4. Stress hídrico, competição inter-especifica entre eles, agravada nos zonas mais interiores, secas e quentes de Portugal, por ataques da broca do eucalipto (Phoracantha semipuntacta L) fácil de detetar através da exudações resinosas ao longo do tronco, normalmente nos nós provenientes de quedas dos ramos secos. As larvas da broca consomem o tecido gerador (câmbio) levando á morte precoce de muitas árvores. As exudações são uma forma de defesa da árvore, e a sua falta indica claramente que a árvore está em stress hídrico, não conseguindo defender-se do ataque das larvas.

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